IRIDOLOGIA

Iridologia é a ciência que tem como objeto de estudo a íris dos olhos para nelas descobrir as características de uma pessoa.
Irisdiagnose é a ciência que revela as desordens patológicas e funcionais do corpo humano, por meio de linhas e pontos anormais e descoramentos da íris do olho. Bem como os estados de normalidade ou equilíbrio do organismo animal.
Através da irisdiagnose é possível constatar se o organismo animal está saudável ou não, possibilitando também observar a qualidade do sangue e dos tecidos bem como o estado de cada um dos órgãos do corpo. Para dar idéia de como observamos uma íris vamos contar resumidamente a história de Von Peczely. Ainda menino, o Dr. Von Peczely, de Budapeste, fez acidentalmente suas primeiras observações sobre esta ciência através de sua avezinha de estimação. Brincando um dia no jardim de sua casa com um pequeno mocho, o animalzinho se agarrou bruscamente com suas unhas afiadas na mão do jovem Peczely e este, num reflexo brusco de autodefesa, quebrou-lhe uma pata. O menino, que observava os olhos da ave, logo percebeu no limpo tecido da íris do animal a aparição de uma raia negra na região média inferior do disco iridal do olho, correspondente ao lado do membro ferido. À medida que o ferimento ia se curando, a desagregação do tecido da íris foi desaparecendo. E uma manchinha que havia se formado na íris por ocasião da lesão foi sumindo à medida que o animalzinho ia se recuperando.
Anos mais tarde o jovem Peczely na faculdade de medicina adquiriu a plena convicção de que na íris dos olhos se reproduzem como num espelho, às condições físicas do organismo. E através do estudo clínico de seus pacientes conseguiu elaborar o primeiro mapa completo de íris, que indica as alterações orgânicas causadas por várias doenças.
Nils Liljequist aperfeiçoando o esquema de Peczely. Foi o descobridor das diferentes pigmentações da íris por causa de venenos de procedência medicamentosa como o arsênico, o mercúrio, o bromo, o iodo, o quinino, dentre outros.

FUNDAMENTOS DA IRIDOLOGIA
A delicada membrana da íris está em conexão nervosa, direta ou indiretamente, com todas as partes de nosso corpo. Nossa íris está constantemente em atividade não ficando indiferente a nenhuma reação nervosa de nosso organismo. O mais leve raio de luz a impressiona e a contrai para impedir que a retina do olho sofra bruscas alterações luminosas. A atividade da íris está em razão direta com a energia nervosa de cada indivíduo, sendo manifestação de incapacidade ou depressão desta energia quando a íris reage pouco. Nossa íris é uma extensão do cérebro, tendo uma farta quantidade de terminações nervosas, músculos, capilares sanguíneos além de outros tecidos especializados. Pela via do tálamo óptico e sistema nervoso está conectada a todos os órgãos e tecidos do corpo e como uma tela de um computador mostra informações armazenadas nas áreas mais remotas do organismo pela via das mudanças do reflexo neurológico no estroma e trabéculas, ou fibras, da íris. Assim se explica como os venenos que deprimem a vitalidade do sistema nervoso se manifestem por uma dilatação da pupila, e esta chegue a seu máximo com a morte. A mais leve emoção faz à íris reagir. Toda anormalidade orgânica, isto é, toda doença, pressupõe uma reação defensiva do organismo, geral e também local, no ponto ou órgão mais afetado. Estas reações ficam impressas nas nossas íris assim como também o estado de saúde tem sua manifestação nos olhos do individuo, onde a íris acusa brilho, limpeza de seu tecido e atividade de sua membrana. Em contrapartida, o estado de enfermidade é denunciado nos olhos por uma íris mais ou menos suja e opaca, com suas fibras alteradas em grau variável e mais ou menos manchadas.
O olho humano é o ponto central de sua personalidade global. A bondade e a malícia têm expressões nos olhos; a alegria e as dores se revelam nos olhos com inconfundível precisão; cólera, dor, angústia, inquietude, desengano e todo sentimento que comove a alma humana revela-se em seus olhos com expressões próprias. Um golpe ou impressão dolorosa em qualquer parte de nosso corpo, instantaneamente repercutem na expressão de nossos olhos posto que estes por estarem em conexão direta ou indireta com todas e cada parte de nosso corpo armazenam as conseqüências do alarme promovido pelo sistema nervoso. Isso ocorre na íris através do rompimento de fibras ou trabéculas e/ou por alterações de coloração devido às variações adaptativas promovidas pelos centros nervosos. O centro da atividade do olho, não é estranho às mudanças boas ou más que ocorrem no nosso organismo. Pois, refletem as reações nervosas que acompanham toda doença como também os processos saudáveis promovidos pelo nosso organismo.

A ÍRIS REVELA A AÇÃO BELIGERANTE E DANOSA DOS MEDICAMENTOS ALOPÁTICOS
Em todo processo mórbido, a irisdiagnose revela o grau de impureza orgânica. Esta vindo sempre acompanhada de inflamação e congestão do tubo digestivo e do órgão ou da região enferma se revela em variados níveis. As doenças localizadas supõem, pois, que haja um processo inflamatório nesse ponto e no intestino.
Com a superpopulação nas grandes cidades observou-se um grande consumo de produtos hortifrutigranjeiros pelos centros urbanos o que fez com que a produção destes produtos se tornasse mais freqüente, mais volumosa, e a cultura fosse conseguida num menor tempo. Pela ótica do capital houve a necessidade de implantação de métodos artificiais, o sistema das estufas, para atingir essa finalidade. Neste tipo de produção perde-se o ritmo do ciclo biológico e o ritmo das influencias das Quatro Estações. Assim, o excesso de Água torna a planta volumosa, sem consistência, com cores opacas, e com prejuízo de sabor e energia vital, a pouca exposição ao sol faz com que essa absorva pouca Energia Celeste, faltando-lhe o Calor, Esta disparidade, torna as plantas ricas em Água e Energia Fria. O consumo por um período longo destes produtos hortifrutigranjeiros pode ocasionar o aparecimento de processo de adoecimento do tipo Frio que é detectado através da análise da íris. A maneira de atenuar estes efeitos danosos do Frio dos alimentos artificiais é através do aquecimento desses alimentos, seja fazendo refogados, sopas, ou ingerindo-se condimentos caloríferos, como a pimenta, o gengibre, o alho dentre outros. Um outro método artificial é a emissão de agrotóxicos no meio ambiente como, por exemplo, os que têm em sua composição o POP (poluente orgânico persistente), encontrado em inseticidas como DDT e BHC. Mesmo não sendo mais utilizado na lavoura continua disperso no meio ambiente e sua ação residual acaba entrando na cadeia alimentar através de um mecanismo simples: “Os POPs penetram sorrateiramente pela boca,junto com alimentos contaminados, e se alojam nos adipócitos(células de gordura).lá elas se instalam,vão se acumulando à medida que são ingeridos.Suas grandes fontes são as comidas ricas em gordura ou seja,a maioria de origem animal que se acumulando no organismo são responsáveis em 90% dos casos de diabetes do tipo 2”. (Jacobs,David centro de pesquisa em diabetes da Universidade de Minnesota,Estados Unidos).
Os medicamentos sintetizados artificialmente em laboratórios, que não podem ser expulsos pelos rins, pulmões, pele e intestinos apresentam-se na íris como matérias estranhas aos tecidos do corpo vivo, dificultam os processos vitais, deprimem a vida das células e obstruem a livre circulação do sangue e dos fluidos fisiológicos. Quando os processos agudos são paralisados pela ação deprimente das drogas, vacinas, soros e infecções, observam-se nuvenzinhas que se solidificam na íris, aparecendo em seu tecido os desenhos característicos de processos inflamatórios que se acentuam até se degenerarem em úlceras ou tumores.
Intervenções cirúrgicas são reveladas pela íris como uma anormalidade, pela destruição de tecidos ou supressão de órgãos.
Toda doença é geral e não local, e sempre se origina e se mantém por desarranjos digestivos. AO primeiro sinal de desarranjo orgânico, qualquer que seja o nome com que se designe sempre se descobre através da irritação e congestão variável do estômago e intestinos.
“O estômago é a oficina onde se forja a saúde e a vida” (Cervantes).
Todo processo mórbido promove a inflamação do estômago que vai se propagando para o resto do corpo dando origem ás diversas manifestações de anormalidades orgânicas (sintomas) na íris só se refletem como causas de desarranjos digestivos sendo origem e ponto de apoio de todo processo mórbido; O processo vital fundamenta-se nas funções nervosas e digestivas, e não esqueçamos que os próprios nervos são nutridos pelo sangue, que é produto da digestão. Daí não existir doente com boa digestão nem pessoa sadia com má digestão. Isso é facilmente verificável por qualquer pessoa!
A sábia natureza quis que através do cristal transparente da íris pudéssemos notar as acusações contra nossas violações às leis naturais. Nutrição a base de frutas, sementes de árvores e saladas, ar puro a toda hora e exercícios aeróbios moderados ao ar livre é o que permite mesmo ás pessoas que possuem pobre condição orgânica chegar a idades mais avançadas com qualidade de vida.
Portanto, a iridologia não foi incorporada aos estudos universitários por mostrar as constantes contradições das doutrinas, teorias, métodos e procedimentos curativos da medicina acadêmica que hoje é refém dos laboratórios (basta pesquisar quem tem financiando todos os congressos médicos em todas as suas especialidades nos últimos 10 anos).